Uma onda de mudanças nos treinadores das seleções: quem conseguirá fazer com que a camisola volte a brilhar?
Com a poeira do Mundial assente, uma nova onda de mudanças nos treinadores está a varrer as seleções nacionais. Alguns esperaram cinco anos pela posição ideal, outros foram contratados para liderar clubes consolidados no meio de crises, e outros optaram por manter-se firmes e continuar o seu trabalho. Novos rostos estão a chegar aos bancos de suplentes, cada um carregando as expectativas e missões dos seus respetivos países e camisolas.
O regresso de Zinedine Zidane é o mais marcante. Desde que deixou o Real Madrid, em 2021, a lenda francesa esteve cinco anos sem clube, rejeitando inúmeras ofertas lucrativas, tudo por um objetivo: vestir a camisola da seleção nacional França Mundial 2026. Agora, alcançou finalmente o seu objetivo, e a seleção francesa dará início a uma nova era sob o comando de Zidane. Entretanto, Portugal, após ser eliminado nos oitavos de final, sofreu alterações. Martínez saiu, e o veterano Gabriel Jesus, de 71 anos, assumiu a camisola da seleção nacional Portugal Mundial 2026. Resta saber se este experiente técnico conseguirá encontrar um novo ritmo ofensivo para Portugal depois da saída de Cristiano Ronaldo. Os ajustes feitos por outras equipas fortes também merecem destaque. Klopp terminou a sua carreira nos clubes e assumiu oficialmente o comando da seleção alemã, injetando um toque de futebol mais ousado no espírito disciplinado dos alemães; Rudi Garcia deixou a Bélgica e Van Bommel assumiu o comando dos Diabos Vermelhos; a Itália, depois de não se ter qualificado para o Mundial, aprendeu com os seus erros e Mancini tornou-se o novo líder da Azzurra; Xavi também assumiu recentemente o comando da seleção holandesa, e espera-se que a tradição de posse de bola da Laranja Mecânica regresse. Tuchel e De la Fuente, por outro lado, permaneceram em Inglaterra e Espanha, respectivamente, mantendo a estabilidade como estratégia.
O Europeu de 2028 e o Mundial de 2030 serão o momento para estes novos treinadores mostrarem os seus resultados. Algumas camisolas anseiam por um renascimento, outras pela defesa dos seus títulos e outras ainda aguardam a próxima geração de ouro. Começou uma era de treinadores repletos de estrelas, e nós simplesmente aguardávamos o apito final.


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