Portugal aposta em veteranos experientes, Alemanha traz o espírito do rock 'n' roll, França acolhe artistas
Nos oitavos de final do Mundial de 2026, Portugal perdeu por 2-0 com a Espanha, marcando o fim da era Cristiano Ronaldo. O selecionador Roberto Martínez confirmou a sua saída após a partida, e a Federação Portuguesa de Futebol rapidamente nomeou o seu sucessor: Jorge Jesus, de 71 anos. Este veterano treinador, que nunca comandou uma seleção nacional, vai vestir pessoalmente a camisola da seleção nacional Portugal Mundial 2026 no Campeonato da Europa de 2028 e no Mundial de 2030, que se disputarão em casa. Deixou a sua marca no Benfica (três títulos do Campeonato Português), Flamengo (Taça Libertadores), Al-Hilal e Vitória. A sua "filosofia dos três altos" – pressão alta, volley alto e táticas de pressão alta – pode ser exatamente o espírito que esta seleção portuguesa em reconstrução precisa.
Entretanto, a Federação Alemã de Futebol também fez mudanças significativas após o Campeonato do Mundo. Klopp substituiu Nagelsmann, assumindo oficialmente o comando da seleção alemã. De Dortmund a Liverpool, Klopp conquistou a Europa com o seu futebol de estilo heavy metal-rock. Agora, pretende reacender a máquina alemã – a alta pressão, as transições rápidas e as corridas incansáveis serão novamente estampadas na camisola da seleção nacional Alemanha Mundial 2026. Os adeptos alemães já imaginam Klopp a festejar com um soco no ar e a rugir à beira do campo.
As mudanças na seleção francesa são igualmente notáveis. Zidane substitui Deschamps, com a camisola da França. O arquiteto dos três títulos consecutivos da Liga dos Campeões do Real Madrid regressou finalmente à sua terra natal para comandar a seleção francesa. Defronta uma equipa com estrelas como Mbappé e Dembélé, mas também precisa de integrar a disciplina defensiva e a cultura de equipa deixadas por Deschamps. Três treinadores de renome, três estilos, três novos donos da camisola. O Europeu de 2028 e o Mundial de 2030 serão o teste – Portugal aposta na experiência, a Alemanha na paixão do rock and roll e a França na intuição artística. Só o tempo dirá quem se sairá melhor.


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