944 dias depois, Neymar regressa triunfante
Ao fim de 944 dias, o melhor marcador da história da seleção brasileira, de 34 anos, recuperou finalmente de uma grave lesão no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. O seu percurso de redenção no Santos valeu-lhe a hipótese de vestir novamente a vibrante camisola da seleção nacional Brasil Mundial 2026. Esta é não só a sua quarta participação em Mundiais, mas também uma peça fundamental na busca da Seleção por um título inédito com seis estrelas. Para este experiente número 10, esta é provavelmente a "última dança" da sua carreira, mas já provou que, enquanto puder vestir a camisola, continuará a ser o jogador mais imprevisível em campo.
Recordando os seus três Mundiais anteriores, o destino pareceu sempre pregar partidas a Neymar. Em 2014, aos 22 anos, levou a sua equipa às meias-finais, mas uma falta violenta de um adversário resultou numa fratura na vértebra, obrigando-o a assistir à humilhante derrota por 7-1 com a Alemanha. Em 2022, marcou o golo da vitória no prolongamento, apenas para sofrer o empate e, por fim, na decisão decisiva dos penáltis, não conseguiu reverter o resultado. A sua imagem ajoelhado e a chorar de angústia comoveu a todos profundamente. De um jovem promissor a um veterano experiente, o percurso de Neymar rumo aos campeonatos está repleto de arrependimentos. Agora, aos 34 anos, regressa com cicatrizes e experiência. Embora a saúde e o condicionamento físico ainda sejam preocupações, como dizem os adeptos brasileiros: pode não brilhar tanto como na juventude, mas o coração do futebol brasileiro ainda baterá por ele.
O verão de 2026 promete ser um épico "Crepúsculo dos Deuses" na história do futebol. Neymar, aos 34 anos, vai vestir a camisola da seleção brasileira, competindo ao lado de Messi, aos 39, com a camisola da Argentina, e Ronaldo, aos 41, com a de camisola da seleção nacional Portugal Mundial 2026, escrevendo juntos o capítulo final das suas lendárias carreiras. Se o Brasil vencer o Mundial da América do Norte, criará a primeira "dinastia de seis estrelas" da história do futebol. E se Neymar realizar o seu sonho, curará de vez a sua obsessão de 12 anos por Mundiais. Independentemente do resultado, quando aquela figura amarela tão familiar voltar a entrar em campo no Mundial, devemos estar gratos por ainda podermos ver esse génio na sua forma mais pura nos relvados.


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